sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

100% Aprovado


Pelos vistos ando em maré de sorte! Hoje foi a Pearl que se lembrou de mim e deste cantinho, ao atribuir-lhe este prémio, que vale pela intenção e significado! Obrigada Pearl!
Cabe-me nomear outros 5 blogs (não é tarefa fácil, tendo em conta que o vínculo é já forte com vários!) São eles (por ordem alfabética):
- Hydrargirum, pela originalidade e humor tão peculiares
- Ni Entre Amigos, pelas características e valores que demonstra possuir e que muito valorizo
- O Mundo do Sadeek, pelo blog encantadoramente masculino e maroto
- Pensadorias e Trollitadas, pelos "bitaites" sempre originais do Pensador
- Rabiscos da =^.^=, pela jovialidade das palavras e renovação do blog

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Pôr-do-sol especial



Melhor do que um presente material, é saber que existem pessoas assim, doces, que nos querem bem sem sequer nos conhecerem (pessoalmente). Hoje, este foi o meu pôr do sol especial. Obrigada Ni!

Living Darfur



See the nation through the people's eyes,

See tears that flow like rivers from the skies.

Where it seems there are only borderlines

Where others turn and sigh,

You shall rise x2

There's disaster in your past

Boundaries in your path

What do you desire will lift you higher?

You don't have to be extraordinary, just forgiving.

And those who never heard your cries,

You shall rise x2

And look toward the skies.

Where others fail, you prevail in time.

You shall rise.

(You may never know, If you lay low, lay low) x4

You shall rise x3

Sooner or later we must try... Living

(You may never know, If you lay low, lay low) x4

See the nation through the people's eyes,

See tears that flow like rivers from the skies.

Where it seems there are only borderlines

Where others turn and sigh,

You shall rise x4

(You may never know, If you lay low, lay low) 4x

Sooner or later we must try... Living

Um tema lindo, sobre a problemática no Darfur. Pelas pessoas que sofrem com as consequências da guerra civil e para ti S. Johnny, porque sei que gostas! (Beijinhooos)

PS-Fiquei com saudades de terras africanas

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

T0 com Terraço


"Ó pra mim tão descansadinha no meu T-zero com Terraço!! Devo confessar que mal ponho as patas "dentro" de casa, apesar de adorar sítios quentinhos e escondidos... Esse espacinho mínimo provoca-me claustrofobia! Prefiro as vistas aqui de cima..."

domingo, 6 de janeiro de 2008

Mousse de Pêssego

Já não postava uma receita há algum tempo e tendo em conta que a mousse de pêssego que fiz para o Natal fez algum sucesso, aqui fica a receita:





Ingredientes:

1 lata grande de pêssego em calda
5 pacotes pequenos de natas (bem frescas, às vezes ponho-as 20 min no congelador, para que cresçam bem!)
1 lata pequena de leite condensado
1 pacote de gelatina de pêssego Royal
Cortam-se os pêssegos em gomos. Utilizar a calda de pêssego para fazer a gelatina: ferve-se 1 copo de calda de pêssego e adiciona-se a gelatina, mexendo bem até se dissolver. Adiciona-se mais 1 copo de calda (se não for suficiente, adicionar 1 pouco de água até perfazer a medida do copo) e deixa-se arrefecer à temperatura ambiente.


Enquanto isso, batem-se muito bem as natas até crescerem e ficarem relativamente firmes. Junta-se o leite condensado e a gelatina às natas de forma a ficar bem misturado. Enfeita-se com os gomos de pêssego e vai ao frigorífico.

Let's go for a ride III


Tenham um óptimo Domingo!

Romeu

A Maria precisa de ajuda, passem por aqui, fáxavor!!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Resolução 2008

Desaparecida (da blogosfera), desorientada (sem grandes objectivos), desinteressada (pouco motivada para tudo) e desinteressante (ando sem conversa e sem palavras, nem sequer com novidades para contar), desinspirada (com pensamentos e ideias monótonas). É assim que ando ultimamente, o que não é habitual em início de um Novo Ano, comigo ou com qualquer pessoa normal.


E eis que, após um dia de temporal, inicialmente morno, com momentos um pouco irritantes ao fim da tarde... Fez-se "o" click! Sim, poderão pensar que estou algo atrasada, visto estarmos no 3º dia do ano, mas este tipo de click é daqueles que podemos ter em qualquer altura do ano, quando nos decidimos a mudar ou a cumprir um objectivo que nos desafia e motiva para o que quisermos. Um click pelo qual me vou esforçar para se manter "on" sem passar automaticamente a off quando algo correr mal.


Basicamente, a minha resolução para 2008 é "Pensar mais em mim".


Pode parecer a resolução mais egocêntrica do mundo, mas é mesmo esta, apaixonei-me por ela assim que me assolou ao pensamento, como me apaixono por aquele vestido preto lindíssimo que vi na montra de uma loja. É este, é mesmo este!


Quero pensar mais em mim neste ano em que vou celebrar a minha terceira década de existência, porque o mereço. Quero pensar mais em mim e nas minhas necessidades porque tenho de arranjar tempo para acabar a tese do meu mestrado, em vez de me preocupar com as lides domésticas (não é tanto preocupação, é mais desculpa) ou em estar com os amigos que já não vejo há tanto tempo.


Vou pensar mais em mim, sem me culpabilizar por não estar tão disponível para os pais, os tios, primos ou amigos, porque não posso esticar o tempo nem estar em 3 sítios simultaneamente.


Vou ser egoísta, pensando em mim, porque não quero mais ser a compreensiva e tolerante, e esperar por pessoas que não me querem bem suficiente para estar comigo quando preciso.


Serei dura comigo mesmo, a pensar em mim e no meu bem, ao aplicar-me dois estaladões psicológicos para seguir em frente quando escorrego e caio pelo caminho, porque às vezes não há tempo para lamber as feridas e reflectir sobre como caímos.


Quero ser mais minha amiga e estar com quem me faz sorrir em vez de tentar agradar quem julgo ser mais e melhor que eu.


Pensarei mais em mim sem esperar que os outros mudem de atitude simplesmente porque sinto que é o certo, porque só muda quem reconhece que não está bem, e porque se não mudam é porque são felizes.


Quero viver com mais qualidade, aprendendo simplesmente a relaxar e a mimar-me, a ler um bom livro sem me sentir ansiosa por ser algo "menos útil" ou a passar um fim de tarde numa esplanada sem olhar para o relógio.

Vou pensar mais em mim sem querer gerir as expectativas que os outros poderão construir sobre o que sou e o que valho, porque EU tenho de saber o que sou, o que quero ser e o que valho. E palpita-me que (após quase 3 décadas de existência) estou no bom caminho, palpita-me que sim ...

PS- E o meu querido? Esse faz parte de mim...
Foto retirada de Vikifloki, DeviantArt

domingo, 30 de dezembro de 2007

Let's ride for the New Year


Bye bye 2007!

Um 2008 recheado de sonhos concretizados, com muito amor, saúde e euritos!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Rescaldo

A festa foi cá em casa... Depois de dois dias a comer, beber, trocar presentes, conversar, rir, jogar, e comer e beber mais um pouco, ver filmes, jogar... comer e beber...

Chegou a hora de arrumar tudo (a animação compensou esta parte, que é a pior)!!

Lá vou eu, com uma dor de estômago para "ajudar"...

domingo, 23 de dezembro de 2007

Let's ride for Christmas!

Foto retirada de Flickr


Finalmente uns diazinhos de descanso pela frente! (ontem estive de serviço!)
Que tenham um excelente Natal, com tudo de bom e as pessoas mais importantes bem pertinho! (nem que seja no coração)

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Chuva

Os meus dias têm sido assim, chuvosos. O som da chuva deprime-me, a forma como corre faz-me escorregar e sentir o chão pouco seguro. Coloco-me em causa.
Tem chovido muito por estes lados e a nuvem que teima em pairar aqui por cima não quer ir embora.
Desculpem-me os que estão perto de mim, porque a companhia tem sido péssima...

domingo, 16 de dezembro de 2007

Pleasures

A semana foi recheada de almoços e jantares natalícios. O tempo para a blogosfera foi quase nulo.
Ontem conheci mais um novo espaço na capital, o Pleasures, a propósito de mais um jantar convívio. O engraçado é que não é apenas um restaurante, mas inclui também um espaço para actividades como pilates e yoga, consultas de medicina alternativa, massagens e workshops. O restaurante é vegetariano e estava tudo delicioso, desde as entradas originais (gaspacho em copinhos de shot, barquinhos de pepino com kraft e noz, etc...) passando pelo prato principal (gnocchi com pimentos e teia de parmesão - hmmm) até à sobremesa (sopa de morango e hortelã com gelado de baunilha) divinal.

O Pleasures fica ao pé do Parque das Nações, na Alameda dos Oceanos, Páteo das Pirógas, para quem ficou curioso. Em breve vai ter um site disponível .

Let's go for a ride II

Foto retirada de Flickr
Bom Domingo!

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Givers & Takers

Nesta altura do ano em que damos e recebemos, partilhamos, oferecemos e ajudamos, pus-me a pensar sobre o que damos e recebemos nas relações interpessoais que estabelecemos com os que nos rodeiam. Com o pai e a mãe, o marido, a prima, a tia, o amigo, a irmã, o cunhado, a vizinha, o chefe e a colega.

Algumas delas, pensamos nós, são autênticas "ralações", pelas preocupações, dores de cabeça ou tristezas com que nos salpicam surpreendentemente ou de forma perfeitamente expectável. Mas somos sempre nós os culpados. Somos sempre nós que deixamos, que nos queremos preocupar e isso incomoda, que damos demais sem receber o merecido em troca, que fantasiamos e nos desiludimos. Não são os outros, somos nós, tudo nós. Quem nos manda ter expectativas? Quem nos manda acreditar em palavras irreais? Quem nos pede para gostarmos e tomarmos conta? Quem nos manda ansiar por aquele sorriso quando oferecemos carinho e atenção?


Acredito que todas as relações sociais são feitas de trocas. Sim, isso mesmo, trocas. Trocas que podem não ser proporcionais, equilibradas. Mas se damos amor, esperamos receber amor de volta, se mostramos um sorriso, não ficamos satisfeitos se nem nos olharem quando falam connosco. Se oferecemos algo, um obrigado sabe bem, mas um beijo ou abraço substitui perfeitamente. Claro que conscientemente não queremos nada em troca quando damos, mas queremos. Claro que quando enviamos uma mensagem carinhosa não pedimos o mesmo em troca, mas ansiamos. Claro que quando damos voluntariamente o nosso tempo ou recursos a quem precisa não esperamos retribuição nem uma palavra de agradecimento, basta sentirmos que fomos úteis e fizémos a diferença naquele momento, essa é a moeda de troca.


Acredito também que em todas as relações existe um giver e um taker, em determinado momento. Somos tendencialmente mais givers ou takers, mas podemos trocar estes papéis consoante a pessoa com quem nos estamos a relacionar. Por outro lado, podemos adoptar estes dois papéis com a mesma pessoa, em diferentes fases das nossas vidas, ou mediante as diferentes necessidades do outro. Quando penso em dar e receber, não me limito obviamente a bens materiais, mas a tempo, atenção, gestos e atitudes.


O mais curioso de tudo isto é a capacidade de nos acomodarmos confortavelmente à poltrona dos givers ou à dos takers, não sendo capazes de inverter os papéis para equilibrar a troca. Tantas vezes e tantos de nós conseguimos, em determinadas fases da vida, amar incondicionalmente, sem receber o que queremos reciprocamente, mas a alimentar a vontade de dar mais de nós mesmos, a oferecer o melhor de quem somos, porque nos convencemos que o que recebemos de volta chega... mas às vezes não chega (os pais talvez sejam a excepção, mas mesmo eles esperam algo de volta). Porque mesmo quando recebemos uma, duas e mais outra patada voltamos a insistir e a dar mais, ingenuamente e na esperança que desta vez seja diferente...


Poderíamos pensar que a poltrona dos takers é sem dúvida a mais confortável, mas nem sempre é o caso. Há quem simplesmente se habitue a dar, dar, dar e não consiga receber, se sinta desconfortável com um elogio ou presente, ou ainda quem dê com intenção de alimentar a auto-estima com reconhecimento, de manipular, cobrar e/ou controlar o outro, mesmo de forma inconsciente e indirecta. E existem também os takers natos, por vezes egocêntricos e egoisticamente aproveitando-se da generosidade insistente dos givers, que por vezes não sabem dizer não.


O importante (para não variar), é tentar encontrar o equilíbrio entre estes papéis, por vezes afectado por sentimentos ofuscantes, que não nos permitem perceber o quanto damos de nós próprios ou o quanto recebemos.