Culpa
Imagem FlickrO nascer e o pôr do sol, dois momentos mágicos do dia...Uma inspiração para partilhar os meus pensamentos, emoções e sonhos...
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Jasmim
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Palavra feia, sentimento pesado e incomodativo, que combina com a palavra. Frustração é investir esforço e não conseguir, é esticar a motivação e não alcançar, é querer e não ter, é ter a certeza e não ser aceite, é acertarmos mesmo ao lado...
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É bom lembrarmo-nos que tudo é relativo, nada é permanente ou garantido e o que realmente importa é o presente e como vivemos o momento do "agora".
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14:47
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O pior é que isto é um ciclo vicioso, e não podemos atirar as culpas para mais ninguém para além de nós próprios! Sim, por exemplo, quando elegemos aquela pessoa como uma grande amiga ou melhor amiga, é porque NÓS pensamos que ela reúne condições para isso, que é espectacular, parecida connosco nas opiniões e perspectivas, que nos dá o ombro quando precisamos e ouve as maiores parvoíces quando queremos desabafar.
Mas somos nós que construímos a pessoa ideal, o amigo ideal, o amor ideal. Será que elas têm mesmo aquelas características que gostamos tanto? Ou o sentimento positivo que nos prende oculta as imperfeições, relativiza os defeitos, esconde as verdadeiras atitudes que não vemos? E depois sentimo-nos desiludidos, coitadinhos de nós, tão ingénuos, incrédulos por não responderem ao telefonema ou à mensagem, por terem sido frios quando em tempos eram incondicionais! Bahh!
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10:31
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O regresso foi difícil. Adiado, ponderado, auto-prometido. Voltar a escrever no blog passou para um plano secundário, não por falta de tempo, um pouco por falta de vontade, necessidade de sair do mesmo registo, do mesmo estilo, outro tanto por cansaço de mais do mesmo, das mesmas ideias, pensamentos e palavras que teimam em não variar.
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Essa parva, a quem chamamos Desilusão, é filha de uma Expectativa vadia que deambula no sótão dos pensamentos e ocasionalmente espreita pelas janelas das Vontades. Mas somos nós que lhe damos abrigo, à vadia. Permitimos que ela cresça desmesuradamente, que componha o sótão como bem quer, mas sempre de acordo com a decoração do que já existe nesse espaço.
Se não esperarmos demais, não nos desiludimos... E se esperarmos o aceitável? Pois, são conceitos relativos, não são? Às vezes sentimos que esperamos apenas o "normal" e lá vem a Desilusão a caminho....
Mas se nos centrarmos mais nas outras coisas, nos outros e no que pensam, no que dão e parecem ser... temos mais probabilidade de nos desiludirmos do que se nos centrarmos em nós, no que queremos, somos e pretendemos dar. Assim a expectativa em relação aos outros e outras coisas não cresce, não importa tanto, não provoca tantas nódoas negras.
Criarmos expectativas faz parte de nós, como figurinhas andantes, falantes e "relacionantes" neste planeta. As desilusões fazem-nos crescer uns bons centímetros por dentro, e às vezes precisamos de várias para que o crescimento seja notório. E, chegados a um certo ponto, tornam-se desnecessárias e sem propósito... essas são as que temos de evitar.
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19:24
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Os meus dias têm sido assim, chuvosos. O som da chuva deprime-me, a forma como corre faz-me escorregar e sentir o chão pouco seguro. Coloco-me em causa.
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Quando me consigo abstrair das rotinas diárias, por vezes penso na forma como agimos enquanto seres por quem o tempo passa a um ritmo mais ou menos acelerado, consoante a nossa vontade e necessidade.
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11:15
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Fim de semana com muito trabalho. Semana com muito trabalho, trabalho diferente, num sítio diferente, com pessoas diferentes e actividades interessantes. Ontem, trabalho até às tantas nesse sítio diferente onde se passa a actividade interessante. E eu, parva, não tenho forças para conversar, para rir e me sentir bem. Tento disfarçar. Não, não quero falar com os amigos e explicar o que sinto. Ando um cadito amarga, sem paciência. Hoje, reunião de mestrado que correu mal pra caraças. Apetece-me desistir e morrer na praia, como morri há umas semanas. Não almocei e fui trabalhar até ser preciso. Era preciso trabalhar em casa, mas não me apetece. Sinto-me asténica, sem vontade... Tudo é energia à minha volta menos eu. Não, não tenho de reagir. Estou cansada, exausta. Deixem-me estar, que não me apetece. Um dia destes acordo. Mas agora não me apetece.
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22:33
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É pena que a natureza humana seja tão básica e primária, tantas vezes. As experiências que já vivemos no passado, a nossa educação e o modo como se desenvolveu a nossa personalidade influenciam a nossa visão do mundo. Encaramos as situações da vida com uns "óculos" só nossos, muito próprios e que às vezes podem estar mal afinados, logo, dão-nos uma visão algo distorcida da realidade. Todos nós distorcemos a realidade. Todos, sem excepção. Distorcemos as situações da forma que mais nos convém, que mais convém aos que nos são próximos. Por isso é que há várias versões da mesma história, muitas vezes. Quanto mais impulsivos formos ao analisar as situações, mais tendemos a montar o cenário que nos convém, sem analisar o resto, sem contextualizar, sem pôr a hipótese de uma explicação diferente. Fazemos tantas vezes isso, quando estamos magoados, irados, emotivos...
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08:16
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Estou em stress! O tempo está a passar, a altura crítica aproxima-se, a ansiedade do momento decisivo antecipa-se, torna-se cada vez mais difícil gerir o cansaço e recuperar as energias.
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14:41
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Já pensaram que, se não estivéssemos naquele sítio, naquele momento, poderíamos não conhecer determinadas pessoas na nossa vida? Poderíamos não ter o prazer de usufruir da companhia de certos amigos, amores ou conhecidos no presente? Será mesmo que o destino nos aproximaria dessas pessoas importantes novamente? Ou essa oportunidade passaria para sempre despercebida? Acredito que construímos o nosso destino, através das nossas escolhas, decisões e muitas vezes da nossa persistência. Mas há alturas em que parece que não controlamos assim tanto a vida, que o "destino" nos prega partidas, nos desvia do caminho desejado, nos cancela expectativas que ansiosamente alimentávamos com carinho... Será que há sempre uma "razão maior" para o caminho ser repleto de surpresas, tantas vezes indesejadas? Ou serão apenas as "ironias do destino" a funcionar com a sua pontinha sádica? Lidar com o querer e não ter, com o querer estar e não poder, com os encontros e desencontros do destino não é tarefa fácil... Por vezes queremos muito estar em determinado sítio e não podemos e quando lá chegamos... queremos estar no anterior... ou nos dois ao mesmo tempo, porque ambos são importantes e desejados. Complicado! Quero imenso ir para Moçambique, mas vou ter de viver alguns desencontros... ausência no aniversário, no casamento de amigos, na mudança da minha mana para Amesterdão (já não é a primeira vez que não estou quando começas uma nova fase, sorry Sis), ocasiões especiais, partidas e chegadas desencontradas... Resta esperar que as incompatibilidades do destino ensinem sempre alguma coisa... a decidir, a aproveitar, a recordar, a viver.
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20:33
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Quero escrever, mas não consigo. Tenho de ir ao ginásio, mas não me apetece. Preciso de concentração, mas o que me faz mal invade-me o pensamento. Dói-me a cabeça de tanto pensar, os olhos pesam-me, mas não tenho sono. Os músculos das costas estão tensos, tenho as mãos e os pés gelados como se fosse Inverno. Se começasse a escrever tudo o que me vai na alma, ficaria ainda mais triste e angustiada, chamaria até mim de novo as emoções más que teimam em agarrar-me e das quais de vez em quando me consigo soltar. A noite de ontem foi divertida, esforcei-me para relaxar e até consegui, mas na "back of my mind" eles continuavam lá, os comentários malditos e o que me fizeram sentir. Quero desvalorizar, quero relativizar e minimizar, afinal, não sejas parva, tanta gente com problemas a sério, com doenças graves e sem emprego...Não morreu ninguém! Sei que vai passar, que vai atenuar, que melhores tempos virão. Mas agora tenho vontade de desistir, de mandar à merda esta merda toda, por ser tão difícil remar contra a maré, remar quando nos tiram os remos e nos dão "cacetada" ao mesmo tempo. Já me ponho em causa, às vezes penso se não serei eu que estou errada. Sei que não devo, sei que não posso. Chega de lágrimas. Vou obrigar-me a reagir, vou transformar tudo isto em motivação para me dar força e continuar. Não queria deixar um post tão negativo, mas pensando bem, o mundo (pelo menos o meu) não é assim tão perfeito para escrever só coisas bonitas e boas. De vez em quando aparece uma trovoada pelo caminho...
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12:13
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Sorriso. É definido pelos dicionários como um substantivo masculino que designa o acto de sorrir; expressão facial alegre que manifesta boa disposição, agrado ou aprovação; riso leve de satisfação, de desprezo ou ironia; aspecto amável. Há muito mais a dizer sobre um sorriso, o sorriso, ou sobre o acto de sorrir...
Há o sorriso sereno, que expressamos quando apreciamos um pôr do sol sobre o mar, ou simplesmente quando pensamos em coisas que nos trazem tranquilidade; o sorriso amarelo, o tal forçado, em situações em que o politicamente correcto prevalece e temos de cumprimentar com um sorriso quinhentas mil pessoas, ou então quando temos de sorrir por mais que nos custe, porque não vamos "à bola" com o fulano mas tem mesmo de ser, por cortesia e boa educação. O sorriso derretido é meigo, parecido com o sereno, mas a expressão do olhar é bem diferente e acontece por exemplo quando olhamos ternamente para um bebé, ou quando um pai babado se deixa conquistar pelo sorriso do pequenino.
Isto leva-me ao sorriso de bébé, aquele que todos os miúdos oferecem às resmas, espontâneo e sempre alegre, mas que os graúdos também sabem mostrar, quando estão muito felizes e despreocupados. O sorriso apaixonado é uma mistura destes dois
últimos, derretido, meigo, muito feliz e espontâneo...quase impossível de disfarçar, porque aparece sem intenção, muitas vezes. E o sorriso tonto, quando pensamos "ahaã, não percebi... é comigo?", ou quando começamos a ficar alegres depois de umas tequillas ou caipirinhas (o que preferirem!) ou ainda quando nos rimos por tudo e por nada. O sorriso irónico às vezes é malicioso, outras acompanhado com um ar de gozo, normalmente com a expressão dos lábios mais acentuada de um dos lados da boca e os olhos semicerrados, mas também se pode manifestar com as sobrancelhas arqueadas, com uma atitude surpreendida, do género "Jura?! A sério?" . Este último também é parecido ao sorriso surpresa!, mas este é mais espontâneo, aquele que usamos quando temos uma (boa) surpresa, como um presente que gostamos, um telefonema inesperado de alguém com quem não estamos nem falamos há muito tempo.
Ao contrário do sorriso de orelha a orelha, em que só não mostramos os do siso, por isso mesmo, porque são sisudos e assim deixava de ser sorriso de orelha a orelha!! (ok, já sei, estou a rir-me sozinha...eheh) Dou por mim a usar muito este, quando estou realmente feliz!
Já as mulheres, habitualmente munem-se de um sorriso sensual, de lábios pintados e brilhantes, atraente mas simultaneamente subtil e discreto (às vezes). Normalmente é acompanhado por um clima de troca de olhares e um posicionamento dos lábios que traduz uma expressão ligeiramente séria, quase como um suave beijo.
O sorriso de puto reguila também conquista completamente, com um ar ingénuo e malandro, que sabe que mesmo com as traquinices a pessoa se rende e derrete completamente... Adoro!
Por fim, o secret smile pode ser qualquer um destes, uma mistura de vários, único em cada um de nós e que apenas alguns conhecem, em ocasiões muito particulares. Como diz a música dos Semisonic: "Nobody knows it, but you've got a secret smile, and you use it, only for me..."
Sorriso, sonrisa, sourire, smile, leende, o importante mesmo é sorrirmos, sabe tão bem oferecermos a alguém que está triste um sorriso confortante e ainda melhor receber outro de volta! Um sorriso é como um raio de sol que nos aquece a alma num dia cinzento, e há dias em que bem precisamos desse raio de sol, daquele sorriso!
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Hoje estou muito reflexiva... deve ser porque o dia foi e está a ser longo. Hoje pensei, questionei, reflecti, duvidei, ponderei, refilei, conversei e duvidei mais do que o habitual... sobre o que quero fazer, o que vou fazer, o que devo fazer, sobre os meus objectivos pessoais, de carreira, de vida. Hoje tinha muitos "porquês" na minha cabeça. Normalmente sou assim, penso muito, reflicto muito sobre as coisas... às vezes é bom, outras dá mau resultado. Não pensar muito sobre os assuntos, agir em vez de parar para questionar se estamos a fazer bem ou mal, pode ser óptimo para nos conduzir para a frente, para progredirmos. Mas às vezes também pode ser uma fuga, uma necessidade de ocultar ou esconder pensamentos e emoções, que sobem à tona mais cedo ou mais tarde. Questionarmo-nos sobre tudo isto, sobre as decisões que tomámos e que os outros tomaram, sobre as nossas acções e as intenções dos que nos rodeiam, sobre o que sentimos e os outros mostram é complicado... dá trabalho, suscita mais dúvidas, origina mais questões, mas também nos obriga a colocar a hipótese de várias soluções, de diferentes perspectivas e formas de encarar o mundo. Quando era mais nova normalmente não questionava muito, não era uma miúda curiosa como a minha mana traquina que tinha mil porquês e respostas prontas na ponta da língua, era a primeira a descobrir como as coisas novas funcionavam lá em casa... (e a primeira a estragar também!). Eu era mais "sossegada", aceitava sem questionar muito e a acreditar plenamente nos outros e no que me diziam. Talvez por falta de curiosidade, por receio de me manifestar e fazer má figura, por alguma timidez em situações novas, mas sempre pensando e reflectindo imenso. Sou, de facto, uma pessoa mais introvertida e isso não é (pelo menos para mim!) um defeito, apenas um traço, com vantagens e desvantagens. Sou uma introvertida cautelosa, ponderada e calma numas situações e impulsiva, emotiva e com gosto em arriscar noutras. Adoro um bom serão no sofá da sala a ver um filmezito, mas também vibro com uma saída à noite para dançar com as amigas! Sou resistente à rotina, mas fico em pulgas por experimentar uma actividade ou desporto radical! Aprendi e evolui, passei a dizer mais o que penso, a agir mais, a manifestar-me mais... sem tanto receio da crítica, sem tantas inseguranças. A prova disso é este post e este blog! Do nascer ao pôr do sol, quero dizer o que penso e sinto e concretizar os meus objectivos com convicção, espontaneidade, ponderação e bom senso, sem receio da crítica (ela também pode ser positiva...), porque quero e tenho de corresponder às MINHAS expectativas.
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Cheguei há pouco a casa, saí hoje de serviço ODB. Um serviço com uma carga triste e pesada, por ter visto nos olhos de uma mãe a tristeza mais profunda que vi até hoje reflectida nos olhos de alguém...a morte de um filho. Não consigo imaginar porque não sou mãe, ainda, mas mesmo que fosse, deve ser inimaginável, mas dilacerante, suponho... É quando acontecem coisas destas que pensamos que os nossos problemas são tão relativos e não controlamos nada nesta vida! Quando saí da base ainda fui tomar um café com a amiga Sílvia Johnny, que estava por perto e enviou um sms para matarmos saudades. O tempo passa a correr quando estamos com quem gostamos e há sempre conversa por tudo e por nada, por falarmos sobre o essencial da vida ou cortes de cabelo... e lá se passou mais de uma hora! Talvez por ter ficado tão pensativa depois do serviço, quis regressar a casa pela marginal, como gosto de fazer às vezes nos dias de folga. Está um dia bonito, e acabou por ser um passeio de carro agradável, com cheiro a maresia, o mar a dar as boas vindas ao sol que brilhava no seu reflexo, a musiquinha tranquila de John Mayer a tocar, e eu simplesmente a apreciar a quantidade considerável de pessoas que aproveitam o domingo na praia ou a passear pela marginal, a pé, de mãos dadas ou a gesticular ideias, de bicicleta ou estendidas ao sol, sozinhas ou com os pequeninos. O café e o passeio ajudaram-me a passar para "outro registo", mais bem disposto, apesar do cansaço. E ainda bem, porque agora já apetece pôr-me bonita para o casamento a que vou daqui a pouco...Vai ser difícil disfarçar as olheiras, mas vai saber bem voltar a ver um casal a celebrar o mais importante, o Amor.
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