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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Viseu


Neste fim de semana dei um pulinho-relâmpago à terra de Viriato. Foi uma visita rápida, em que vi pouco da cidade, mas deu para me aperceber da simpatia e gentileza das pessoas, da excelente gastronomia desta zona do País, e de algumas zonas históricas a visitar.



Para a próxima tenho de ficar mais tempo...

domingo, 30 de dezembro de 2007

Let's ride for the New Year


Bye bye 2007!

Um 2008 recheado de sonhos concretizados, com muito amor, saúde e euritos!

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Trip to Amesterdam



O prometido é devido! A viagem correu lindamente, como já disse! Fazer férias numa cidade europeia, cheia de atracções culturais e animação diurna e nocturna também pode ser cansativo, se quisermos aproveitar ao máximo, mas sem dúvida que deu para espairecer e descansar a "mente", que é o mais importante. O objectivo também não foi correr os museus todos, os monumentos todos e tirar mil e uma fotos sem aproveitar os momentos. O que mais gosto de sentir numa cidade destas é uma amostra da sua vida, das pessoas, do movimento, da diversão, da gastronomia e da cultura. O balanço foi claramente positivo!




O que mais gostei:
1. De partilhar um pouco da vida da minha irmã em Amesterdão (e do futuro cunhado, que está em Bruxelas e veio passar o fim de semana connosco!), por matar saudades mas também por estar no apartamento dela, conhecer os amigos de vários países, as rotinas, os espaços e a vivência;















2. Dos holandeses, a maioria deles são simpáticos e bastante disponíveis, apesar de se encontrar gente de todo o tipo (em todas as culturas!), o que se torna enriquecedor, porque a diversidade cultural é impressionante;

3. Dos canais, que dão um encanto muito próprio à cidade, romântico (com o maridão comigo ainda mais), antigo, sugestivo à imaginação de histórias misteriosas, com as suas casas-barco pitorescas e únicas, e com os edifícios antigos a espreitar sobre os canais (qualquer dia caem mesmo, imensos prédios estão completamente tortos porque estão apoiados em pilares de madeira enterrados em areia!);








4. Das bicicletas (amei!), que são aos milhares e milhares, no total quase cerca de 1 milhão de bicicletas em Amesterdão! É verdadeiramente impossível andar 100 metros nesta cidade sem ver uma viatura de duas rodas nas espectaculares ciclovias (e muitas vezes fora delas!), o que confere a Amesterdão um movimento incrível, uma vida muito própria (levam mil e uma coisas na bicicleta, desde pessoas à pendura, malas enormes, falam ao telemóvel, crianças em bancos próprios à frente e atrás, cães em carros atrelados à frente, impressionante!). Andar de bicicleta pela cidade no último dia foi simplesmente fantástico e muito desafiante (ia sendo abalroada umas quantas vezes, eles não são nada meigos a conduzir!)










5. Dos símbolos da cidade e do país que (apesar de serem apelativos à vertente mais turística) têm significado e histórias interessantes, nomeadamente, as socas de madeira (eram mesmo usadas de madeira, por serem resistentes e adaptadas à vida no campo e agricultura!), os moinhos, as tulipas (lindas!); (Não vou falar de mais planta nenhuma até porque não me aproximei muito de mais nenhum tipo de erva... lol)









6. Do estilo de vida muito pragmático, funcional, até um pouco desligado dos aspectos materiais (sem grandes luxos, não há grandes preocupações com comprar coisas luxuosas, da moda, o telemóvel e o carro e os móveis pra casa xpto's)


7. Do Museu Van Gogh, especialmente do "Almond's Blossom", tão lindoooo!











O que menos gostei:
1. As ruas de Amesterdão são muito mais sujas do que imaginei!! As nossas cidades são bem mais limpinhas;

2. Dos urinóis espalhados pelas ruas, esqueci-me de tirar fotos, mas eram uma espécie de cones com 3 lados para os senhores fazerem o xixi em plena rua, sem nada à volta a tapar!


3. A Red Light District é algo único, provavelmente até dá melhores condições às profissionais do sexo, mas impressionou-me bastante ver as mulheres expostas nas montras como autênticos objectos.

4. Da gastronomia, basicamente não existe nada de típico para além de arenques crus (tou dispensada!) e, imaginem... batatas fritas com maionese que se vendem na rua (provei para saber se eram especiais, mas soube-me a... batatas fritas com maionese!)
Uma viagem a repetir, sem dúvida!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Amesterdão


Amesterdam é simplesmente linda, aproveitei muito bem a vida desta cidade cheia de canais e bicicletas e, "a cereja no topo do bolo" foi sem dúvida ter estado uns dias com a minha irmã! Regressei há 24h, mas a azáfama já foi grande, entre o trabalho e as tarefas domésticas que se acumularam e intensificaram com a viagem! Valeu a pena, tenho muito para contar no próximo post (hoje já 'tou cansadita e vou deixar-vos mais um dia curiosos...) mas deixo aqui esta foto como amostra do fim de semana delicioso!

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Bom fim de semana!

Vou viajar amanhã para Amesterdão e aproveitar o fim de semana prolongado para visitar a minha irmãzinha e a cidade de que ela tanto fala. Vai ser óptimo para espairecer, depois de um verão passado em casa e com o cansaço acumulado já a notar-se. Depois conto tudo, volto na terça! Bom fim de semana a todos, divirtam-se!

sábado, 29 de setembro de 2007

A Jasmim quer!


Estou apaixonada por um veículo de duas rodas...e não é por uma bicicleta! Foi uma coisa repentina, parece que bati com a cabeça e acordei de repente a adorar Vespas. E o curioso é que nunca fui grande fã de motas! Mas estas são tão lindas... Femininas, práticas, têm estilo (adoro particularmente as que têm um ar vintage!) Um dia vou ter uma, ah pois vou... Se tivesse ganho ontem o Euromilhões, os primeiros milhares de euritos seriam para uma destas, mas não faz mal, eu vou ter uma destas um dia... E depois dou um pulinho a Itália, com os cabelos ao vento e em direcção às pizzas, pastas e à melodiosa língua italiana... Mamma Mia! (Tenho mesmo de ir a Itália, tenho a certeza que vou adorar, tenho a nítida sensação que já fui italiana numa vida passada!)



É bom sonhar com coisas doidas!

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Terra de Encanto

A missão em Moçambique foi muito diferente desta vez, por todos os motivos. O trabalho continuou a ser interessante, mas diferente, no global. Pessoas, grupos, emoções, vontades, atitudes e comportamentos, nada podia ser igual. E nada foi.












Sim, gostei mais da minha primeira visita a Moçambique, teve outra vivência, um encanto especial, vivi cada momento com uma magia muito própria, muito pura. Era impossível ficar novamente deslumbrada com as avenidas coloniais de Maputo, com as suas gentes, o artesanato e a vida da cidade. Era impossível repetir a visita fantástica à Ilha de Moçambique, com a festa de crianças a dançarem com um ritmo contagiante. Era impossível repetir a sensação de espanto e bem estar ao sentir a água quente da praia de Pemba, mesmo com o magnífico pôr-do-sol... Era muito difícil apreciar da mesma forma os pratos de marisco e a Laurentina gelada, mesmo com companhia agradável.









Foi tudo muito bom, mas a primeira visita foi incomparável. As expectativas eram elevadíssimas. Apesar de saber que iria ser diferente, torna-se difícil não querer o mesmo... não querer mais do mesmo, mais das emoções já vividas. Sim, o nascer e o pôr-do-sol continuam lindos de arrepiar a pele, o olhar das crianças continua apaixonante e o sorriso ingénuo, a natureza deslumbrante continua a despertar todos os sentidos, as cores das capulanas continuam vivas e alegres e os sabores permanecem idênticos. As emoções e os momentos é que são irrepetíveis, únicos e especiais. Porque quem os vive também os experiencia de forma diferente, com uma disposição e sentimentos distintos.




















Sem dúvida que esta experiência teve os seus momentos especiais e inesquecíveis, foi bom ver os mesmos sítios através de uma nova perspectiva, com pessoas diferentes, conhecer novos sítios, trabalhar em áreas diferentes para a mesma causa... Por muitos anos que viva, também desta história vou ter pedaços para contar e recordar. Desde o impacto das Jornadas na Academia, os elefantes e o casal de leões no Kruger Park, ao pôr-do-sol num banho de mar no Matemo, um paraíso inexplorado das Quirimbas, aos momentos em grupo divertidos ou mais stressantes, da preparação das Jornadas, da amiguinha Zázá a ensinar Macua e do Rusty com os óculos "Action Man", das cantorias no Karaoke, do nascer do sol nas escadas da piscina em ruínas, das danças e dos risos, dos laços de amizade criados, da aventura alucinante em catamaran, a andar a cavalo, das corridas nas ruas de Nampula ou na marginal de Maputo, das lágrimas de despedida da Dina e da Avisha, das frases que ficam aos sorrisos que perduram... Já é tudo parte de mim. Quero guardar o melhor, sempre.











A despedida de Moçambique foi triste, dolorosa e crua, tão diferente do que imaginei... Mas acredito que "everything happens for a reason", por isso pode ser que não tenha sido uma despedida, apesar de não saber quando será o reencontro com esta terra que mexe comigo. Até sempre!

Home, Sweet Home


Regressei de Moçambique no dia 21 de Julho, sábado. Já lá vão quase 10 dias e só hoje decidi escrever. Porque o tempo foi curto e passou a voar, porque precisei de "parar para pensar", porque quis dar um tempo e um espaço entre o viver e o reviver... Porque quis matar saudades de tudo e de todos que deixei durante estas semanas. Soube bem voltar.

terça-feira, 26 de junho de 2007

Até Breve



Chegou o dia da partida. Embarco às 23h, mas o nervoso miudinho já cá está. Ainda não fiz a mala e tenho pequenos assuntos a tratar. Amanhã por esta hora já devo estar em Maputo. Até breve...

terça-feira, 19 de junho de 2007

Contagem Decrescente


Começou a contagem decrescente... daqui a uma semana estou de partida para Moçambique e só regresso no dia 22 de Julho. Estou a precisar de espairecer, vai ser muito bom regressar a este país que me faz sorrir e imaginar. Vai distanciar-me de preocupações desnecessárias e aproximar-me de uma realidade onde valorizamos mais as pequenas coisas da vida e relativizamos tanto, tanto os nossos problemazinhos. As saudades vão comigo... e voltam de lá outras também. Vou trabalhar, estudar, divertir-me e aproveitar ao máximo este mês, numa terra, que também é minha.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Praga

As férias foram óptimas, adorei a cidade, a companhia foi excepcional e conseguimos ver, visitar as principais atracções da cidade e, o mais importante, sentir a vida de Praga. Para além de centenas de fotos que trouxemos como recordação, conseguimos sentir a mística da ponte Carlos, com os seus artistas de rua a captarem no carvão as expressões dos turistas, ou a despertarem a vontade de dançar ao som do música Jazz... Conhecemos Checos mal humorados e outros simpáticos em cervejarias ou restaurantes característicos, enquanto saboreávamos uma Pilsner ou uma appel strudel e ao tentar pronunciar umas palavras checas (prosim, uzcet!); regateámos preços na feira de rua por telas com motivos sobre Praga ou por matrioshkas como souvenirs para ter em casa; perdemo-nos nas ruas pitorescas da cidade, mas no fim já sabíamos que na Zelezna havia um óptimo clube de jazz e que em cada virar de esquina encontrávamos um restaurante italiano; percebemos que há ementas para turistas e diferentes para os checos, que em quase todas as WC do centro se paga em média 10 coroas e que de manhã a temperatura pode rondar os 8º e à tarde os 26º, ou de repente chover... Assistimos a uma ópera de marionetas, percorremos castelos, museus, igrejas, sinagogas, passeámos de barco no Moldava e até dormimos a sesta no relvado solarengo de um jardim da cidade... Mas nada disto seria tão bom se não fosse a companhia divertida e espontânea dos nossos queridos "ttvskys" (eheheh). Recomendo (a cidade e a companhia divertida)!