Mostrar mensagens com a etiqueta Prazeres. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Prazeres. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Percepção


A forma como encaramos o mundo que nos rodeia, a realidade, é a nossa perspectiva, a nossa percepção. É apenas uma representação mental, que pode ser distorcida. É a nossa visão sobre uma pessoa, situação ou objecto. É uma perspectiva inevitavelmente influenciada por quem fomos, somos e seremos e por quem temos à volta.

Só vemos o que queremos (ou conseguimos), e comportamo-nos "accordingly". E decidimos congruentemente. Sobre nós próprios, os outros, sobre tudo na vida.

Se percepciono que este espaço já não tem tanta piada e que ando sem inspiração, que mais vale "dar um tempo" às palavras e poupar os olhos a quem me lê, da "cerebrite" que me compele a escrever umas coisitas medianas... afasto-me por um tempo.

Um afastamento natural, sem discussão nem "baba e ranho" à mistura, típica das relações ambivalentes e imaturas. Mas também um afastamento sem justificações, promissor de um regresso esperançado (da minha parte).


A saudade já pairava há muito sobre os meus dedos ansiosos e viciados, mas os neurónios da escrita teimavam em não desenferrujar.

Ainda bem que a perspectiva pode evoluir e transformar as nossas vontades em acções, por mais simples que sejam.

Escrever é arriscar e concretizar quem sou, é tornar-me eu própria...
É deitar cá para fora um pouquinho do que vai cá dentro.
É organizar ideias ou sonhar que sou uma personagem diferente.
E eu gosto, muito. :D

Não faz mal se a minha percepção me segredar que sou boa nisto umas vezes e má noutras, provavelmente é mais real do que se disser que sou sempre mediana.

Hoje decidi escrever... sempre que me apetecer.

domingo, 5 de abril de 2009

Fotografia


Agora já me posso dedicar mais a sério a um dos meus interesses, a Fotografia.

Andava a poupar pacientemente, mas pelo aniversário recebi como presente uma Canon Reflex espectacular... Adorei e já comecei a fazer experiências (ainda tenho muito que aprender!). Amanhã vai fazer-me companhia para a Terceira.

Vamos ver como me saio nesta forma de expressão.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Picante


Piri-piri. Picante. Malagueta. Adoro comida picante, picante o suficiente para me apurar os sentidos. Há quem não goste, quem não tenha aprendido a gostar. É isso mesmo, o picante aprende-se a gostar, a saborear, a apreciar.

Piri-piri em pó, seco, fresco, molho picante, malagueta vermelha ou verde, no achár de manga ou de limão, em forma de jalapeños ou pimentos padrón, a acompanhar os mais variados pratos… quando q.b., torna a refeição mais apetecível.
Não gosto de picante em tudo, mas quase… não gosto de muito picante, apenas o suficiente… O suficiente para realçar o sabor suculento de um bife, perfumar um prato de caril ou aquecer um franguinho assado.

O picante que enfeita de vermelho verdadeiro o que aprecio com o olhar, acalora e provoca o meu paladar como um desafio invencível e transforma o meu odor num complexo e único mistério, esse, é irresistível.

O picante atrevido, camuflado com um perfume suave mas sementes potentes, que se entranha na pele e no sangue e arde como um escaldão, incendeia as vias respiratórias e ri-se do pingo no nariz e do suor que não se disfarça… esse, é uma tentação que vive no limbo entre dor e prazer, que se quer e não se aguenta, que se deseja mas dói, que se evita mas persegue.

Mas como em tudo na vida, adaptamo-nos… e o picante atrevido transforma-se num picante mais suave e tolerável, que passamos a saborear mais frequentemente e sem desafio maior. E então, podemos procurar uma nova aposta, subir a parada, com um picante mais picante, ou retirar a criatividade do baú empoeirado e usar o picante que temos de formas originais e inovadoras, que nos satisfaçam tanto ou mais como nas primeiras receitas.

Importa saber o quão picante queremos, o quão picante aguentamos, o quanto desejamos…

terça-feira, 28 de agosto de 2007

"O" Gelado

Assim de repente, apeteceu-me mandar abaixo metade da embalagem de 500ml de Cookies and Cream, da Haagen Daz, que estava escondida na 2ª gaveta do congelador! Afinal só havia cerca de 1/4, mas soube tãaoo bem saborear a baunilha cremosa com pedacinhos de bolacha de chocolate...


Por momentos esqueci-me da ansiedade, do estudo, da prova de amanhã... Que bom!! Mas acabou rápido, o momento doce com o meu gelado preferido!

É caso para dizer: "Há gelados mais baratos... mas também são piores!" (já tou a delirar...) ;)

sábado, 12 de maio de 2007

Férias

Estou de férias durante uma semana! Vai ser bom para espairecer, sair da rotina do quotidiano, conhecer novos sítios... Estou em preparativos para viajar, vamos para Praga na segunda feira, com a Tânia e o João, os nossos amigos açorianos.
É estranho como às vezes me custa "mudar de registo", mesmo que seja para uma coisa melhor, neste caso, férias! Talvez porque continuo preocupada com as minhas "tarefas", a tese, o trabalho nos próximos meses, a preparação para a viagem a Moçambique. Tenho pensado mais nisto tudo do que propriamente nas férias e em Praga. Mas a partir de hoje à tarde (ok, no máximo a partir de amanhã, ainda tenho umas coisinhas pra fazer), tenho de entrar MESMO de férias, no espírito das férias, fazer as malas, planear o que quero visitar nesta cidade que dizem ser linda, tentar relaxar! Não há nada pior do que ir de férias com as preocupações do dia-a-dia, do trabalho, do estudo... Nem nos divertimos, nem trabalhamos! E afinal, tenho de aproveitar estes dias ao máximo e não desperdiçar os momentos de "fun & pleasure"...

domingo, 6 de maio de 2007

Sábado

De manhã, fiquei nas lides domésticas; Almoço em casa dos pais, para matar saudades dos mimos... Como não podia deixar de ser, à tarde fomos comprar as prendas para as mães, queríamos algo simbólico, perdemos imenso tempo à procura do ideal (para variar!), mas a escolha vai ter sucesso (espero!). Com uma tarde solarenga como a de ontem, estava mesmo a apetecer um passeio pela marginal e lá fomos até Cascais. A banda sonora escolhida para acompanhar o conforto do calor primaveril foi o álbum recente de Paolo Nutini, um jovem de 20 anos escocês com ascendência italiana, com um som "acima da média"! O passeio não tinha destino planeado, mas já apetecia um gelado e lembrámo-nos da gelataria Santini, que ainda não conhecíamos e tem uma fama descomunal. Foi fácil encontrar a rua do sítio dos Gelati Fini, até porque não eram poucas as pessoas a passear de copos ou cones na mão pela rua abaixo e a fila chegava quase à estrada!! A espera valeu a pena, a fama é mais que merecida, a minha escolha (difícil, era tudo tão apetecível) foi para um cone com morango e meloa...hmmm, tão bom, foi mesmo dos melhores gelados que comi até hoje, sem exagero!
Foi um óptimo fim de tarde e para a noite continuámos com a "onda italiana". Fomos ao restaurante Ma Che Pizza, em Carcavelos, um espaço simpático com umas pizzas estaladiças bem boas. Só o filme alugado não era italiano (foi para desenjoar!), vimos o "Pecado Capital", com o fenomenal Clive Owen (em todos os sentidos) e a Jennifer Aniston. Um suspense cinco estrelas, adorei!

domingo, 15 de abril de 2007

Chá

Não vou escrever sobre a "falta de chá" que algumas pessoas têm, apesar de ser um tema que daria "pano para mangas". Acordei a pensar que gostava de escrever sobre as simples coisas da vida, aquelas que aprecio e que sempre irei gostar, como o chá, quentinho ou versão "Ice", servido numa fina chávena, copo ou caneca, sempre docinho, acompanhado por uma fatia de bolo, biscoitos ou sozinho, faça chuva ou faça sol, aqui ou do outro lado do mundo. Lembrei-me desta bebida, que me tem proporcionado bons momentos de convívio, conversa ou apenas reflexão, no caso de desfrutar dela sem companhia. Beber um bom chá ao fim de tarde sabe tão bem! Ainda melhor, se a companhia for agradável e a conversa interessante, o chá torna-se testemunha de bons momentos de partilha e amizade.
Ao deitar, um chá quentinho e doce após um dia cansativo é um relaxante infalível, especialmente naqueles dias frios de inverno em que esta bebida nos aquece o coração.

O chá é bebido há séculos e a sua origem, como se sabe, remonta à China. Consta que a árvore do chá foi descoberta em 2737 a.C., por acaso, quando o imperador chinês Shên Nung, mais conhecido como o "Curandeiro Divino", dava um passeio pelas suas propriedades. O Imperador terá pedido a determinada altura que os seus servidores lhe fervessem um pouco de água, enquanto descansava à sombra de uma árvore. Terá sido precisamente dessa árvore que uma folha ter-se-á solto e caído dentro da taça de água fervida. Não tendo reparado, o Imperador bebeu o primeiro chá, sendo que nasceu a primeira chávena de chá.
O chá é proveniente dos rebentos verdes e frescos da planta Camellia Sinensis, da família das Teáceas. Porém, também se designam como chás as infusões provenientes de outras plantas. Consoante o processo de fabrico que é utilizado, assim se obtêm os vários tipos de chá.
Actualmente, cerca de 3 mil produtos designam-se por chá mas, na verdade, podem ser considerados chás apenas os que possuem na sua composição a planta Camellia sinensis. Ou seja, aqueles que nós chamamos de chá de hortelã, erva-cidreira e outros são, na realidade, tisanas ou infusões.


O chá até podia ser um pequeno prazer com prejuízo para a saúde, com necessidade de moderação no seu consumo, mas pelo contrário, tem benefícios e até algum poder curativo, segundo a medicina natural. Quantas vezes já nos aconselharam chá de erva cidreira para uma dor de cabeça, tília como calmante e camomila para a ansiedade? Ao que parece, o chá de menta é óptimo para a ressaca e o chá verde para o sistema imunitário, regeneração da pele e até para emagrecer, entre outros benefícios!
Realmente não me consigo lembrar de nenhum inconveniente ou desvantagem do chá, a não ser os que têm um sabor pouco agradável às nossas papilas gustativas (as minhas não apreciam particularmente o chá com aroma a baunilha, por exemplo) ou quando as queimamos (as papilas!) quando a bebida está a uma temperatura imprópria para consumo!
Vou continuar a saborear os meus chás preferidos (chá preto, de jasmim - of course -, verde, com sabor a frutos, especialmente maçã-canela, pêssego, manga ou morango) como um ritual de bem estar, mantendo a caixa de chá bem abastecida e diversificada, em casa, experimentando chás nunca dantes saboreados, nas casas de chá e usando os cinco sentidos para tirar partido desta bebida magnífica. É curioso apreciar as diferentes tonalidades dos chás quando se misturam com a água quente, tranquilizante sentir o perfume único de cada um, reconfortante aquecer as mãos frias no recipiente que acolhe esta bebida, saciante saborear cada gota e imprescindível ouvir com atenção o que nos rodeia na companhia de um chá, seja uma conversa amiga ou os nossos pensamentos.
Palavras tontas de uma "chazeira" inveterada...


quarta-feira, 11 de abril de 2007

The Heart of Life

Aqui fica a minha música preferida do álbum Continuum, do John Mayer, o que ando a ouvir agora nas viagens de carro.

Como não consegui arranjar só a música, fica a letra e o link para o vídeo!





I hate to see you cry
Lying there in that position
There's things you need to hear
so turn off your tears
and listen

Pain throws your heart to the ground
love turns the whole thing around
no it wont all go the way
it should
but the heart of life is good

You know it's nothin new
bad news never had good timing
then the circle of your friends
will defend the silver lining

Pain throws your heart to the ground
love turns the whole thing around
fear is a friend who is
misunderstood
but the heart of life is good
I know its good, i know its good
oh i know its good

oh i do i do i do

oh i know its good


http://www.youtube.com/watch?v=-G34hhL5AKs

sexta-feira, 30 de março de 2007

Sorrisos

Sorriso. É definido pelos dicionários como um substantivo masculino que designa o acto de sorrir; expressão facial alegre que manifesta boa disposição, agrado ou aprovação; riso leve de satisfação, de desprezo ou ironia; aspecto amável. Há muito mais a dizer sobre um sorriso, o sorriso, ou sobre o acto de sorrir...

Um sorriso tem um poder tão forte, pode conter nele tanta emoção e, no entanto, é difícil escrever sobre este tema. Há tantos sorrisos diferentes em cada um de nós, cada um com um significado tão único e especial, manifestados muitas vezes sem termos consciência, de forma espontânea e ingénua, outras de maneira premeditada, forçada e artificial.


Há o sorriso sereno, que expressamos quando apreciamos um pôr do sol sobre o mar, ou simplesmente quando pensamos em coisas que nos trazem tranquilidade; o sorriso amarelo, o tal forçado, em situações em que o politicamente correcto prevalece e temos de cumprimentar com um sorriso quinhentas mil pessoas, ou então quando temos de sorrir por mais que nos custe, porque não vamos "à bola" com o fulano mas tem mesmo de ser, por cortesia e boa educação. O sorriso derretido é meigo, parecido com o sereno, mas a expressão do olhar é bem diferente e acontece por exemplo quando olhamos ternamente para um bebé, ou quando um pai babado se deixa conquistar pelo sorriso do pequenino.
Isto leva-me ao sorriso de bébé, aquele que todos os miúdos oferecem às resmas, espontâneo e sempre alegre, mas que os graúdos também sabem mostrar, quando estão muito felizes e despreocupados. O sorriso apaixonado é uma mistura destes dois últimos, derretido, meigo, muito feliz e espontâneo...quase impossível de disfarçar, porque aparece sem intenção, muitas vezes. E o sorriso tonto, quando pensamos "ahaã, não percebi... é comigo?", ou quando começamos a ficar alegres depois de umas tequillas ou caipirinhas (o que preferirem!) ou ainda quando nos rimos por tudo e por nada. O sorriso irónico às vezes é malicioso, outras acompanhado com um ar de gozo, normalmente com a expressão dos lábios mais acentuada de um dos lados da boca e os olhos semicerrados, mas também se pode manifestar com as sobrancelhas arqueadas, com uma atitude surpreendida, do género "Jura?! A sério?" . Este último também é parecido ao sorriso surpresa!, mas este é mais espontâneo, aquele que usamos quando temos uma (boa) surpresa, como um presente que gostamos, um telefonema inesperado de alguém com quem não estamos nem falamos há muito tempo.

O sorriso surpresa é poderoso, pode levar à lagrimita, dependendo do grau de importância da surpresa... normalmente ficamos boquiabertos, quando é uma grande surpresa! O oposto deste deve ser provavelmente o sorriso enfadado, a continuação do sorriso amarelo, mas mais agravado, porque aqui já estamos a apanhar uma seca desgraçada da melga insuportável que não pára de falar há 3 horas e não há escapatória possível! Neste é impossível mostrar os dentes...


Ao contrário do sorriso de orelha a orelha, em que só não mostramos os do siso, por isso mesmo, porque são sisudos e assim deixava de ser sorriso de orelha a orelha!! (ok, já sei, estou a rir-me sozinha...eheh) Dou por mim a usar muito este, quando estou realmente feliz!





O sorriso tímido é só para alguns, não pensem que todos conseguem sentir-se constrangidos quando conhecem novas caras, envergonhados por nada e por tudo...Por acaso eu até o uso bastantes vezes, se quiserem, ensino, mas requer muito treino! Podem não mostrar os dentes, ou então só um bocadinho, mas escondem logo a seguir, normalmente a olhar de baixo para cima e um ligeiro encolher de ombros...




E o sorriso nervoso, sim, aquele que nos aparece estampado na cara quando falamos para uma audiência, quando esperamos "ansiosamente" pelo exame ginecológico, ou quando caímos pelas escadas abaixo e a roupa rasga-se (Nunca me aconteceu, mas ocorreu-me como situação embaraçosa!)? Mais vale sorrir para não chorar! Este é quase um não-sorriso!


O sorriso charmoso é muito giro, claro que costumo identificá-lo mais nos homens, é o sorriso Martini Man, engatatão sem exageros, seguro e com estilo, enfim, irresistível!


Já as mulheres, habitualmente munem-se de um sorriso sensual, de lábios pintados e brilhantes, atraente mas simultaneamente subtil e discreto (às vezes). Normalmente é acompanhado por um clima de troca de olhares e um posicionamento dos lábios que traduz uma expressão ligeiramente séria, quase como um suave beijo.

O sorriso de puto reguila também conquista completamente, com um ar ingénuo e malandro, que sabe que mesmo com as traquinices a pessoa se rende e derrete completamente... Adoro!





Também gosto muito do sorriso doce, de menino ou de menina, meigo e muito especial... parecido com o sorriso derretido...


Por fim, o secret smile pode ser qualquer um destes, uma mistura de vários, único em cada um de nós e que apenas alguns conhecem, em ocasiões muito particulares. Como diz a música dos Semisonic: "Nobody knows it, but you've got a secret smile, and you use it, only for me..."



Sorriso, sonrisa, sourire, smile, leende, o importante mesmo é sorrirmos, sabe tão bem oferecermos a alguém que está triste um sorriso confortante e ainda melhor receber outro de volta! Um sorriso é como um raio de sol que nos aquece a alma num dia cinzento, e há dias em que bem precisamos desse raio de sol, daquele sorriso!





"Creio que foi o sorriso,
O sorriso foi quem abriu a porta.
Era um sorriso com
muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa,
ficar
nu dentro daquele
sorriso.
Correr, navegar, morrer
naquele sorriso."

Eugénio de Andrade

quinta-feira, 29 de março de 2007

Mousse de Pêra Abacate

Não resisto... Tinha de colocar aqui mais esta receita, das fáceis como eu gosto e irresistível! Acabei de fazê-la, já tinha as pêras abacate madurinhas ansiosamente à espera.
Faço tudo a "olhómetro", mas tem saído muito bem:
Junta-se a polpa de 2 pêras abacate maduras, cerca de 2 a 3 colheres de sopa de açúcar amarelo e sumo de duas limas pequenas, mistura-se tudo com a varinha mágica até ficar uma espécie de puré e já está! Prova-se e se necessário adiciona-se um pouco mais de açúcar ou sumo de lima.

Serve-se com canela por cima e saboreia-se calmamente até à última colherzinha... A acidez perfumada da lima faz-me covinhas e cócegas nas bochechas e o sabor doce e suave desta sobremesa traz-me boas recordações, memórias de Moçambique, porque foi lá que experimentei esta simplicidade divinal. É a segunda vez que faço a mousse e por momentos consigo reviver o calor e o bem estar que senti nesta terra inesquecível. Que saudades...

domingo, 11 de março de 2007

Jasmim

Jasmim, a minha flor preferida, o cheiro que gosto mais. Porque é ligeiramente doce, intenso mas suave ao mesmo tempo, misterioso, quente e envolvente... dizem que é afrodisíaco, talvez seja por isso! A verdade é que, ao detectarem este odor, os meus "receptores sensoriais olfactivos" enviam uma mensagem ao cérebro a dizer: Perfeito! Não devo ser a única a quem isto acontece, já que o jasmim é mundialmente famoso desde os tempos remotos e utilizado para tudo e mais alguma coisa, desde chás, arroz, perfumes, óleos de massagem, cremes, loções e outros que tais. É oriunda dos países orientais e muitas vezes associada ao amor e à sensualidade. Pelos vistos, na Índia, ainda hoje é usada nas grinaldas nupciais. A minha avó contou-me que a flor também era conhecida como "Rainha da Noite", porque liberta o seu perfume principalmente à noite, claro! E isto ainda a torna mais misteriosa, mais cativante, mais feminina...Adoro!