domingo, 22 de março de 2009

Bicicleta


Fui dar um passeio de bicicleta em Monsanto. A vontade era nula, consequência de alguma preguiça e das preocupações pequeninas do "ter de fazer" e do "dever". Depois de muita insistência dos amigos, lá me decidi ao fim da tarde e o passeio calmo inicialmente previsto para a ciclovia do Guincho, foi uma volta em Monsanto, em caminhos que mais adequados a BTT!
A falta de vontade transformou-se em lazer e distracção neste início de Primavera... Foi bom para deixar de pensar em tanta coisa pequenina, trabalhar as pernas e estar com os amigos. Para a semana, o encontro já está marcado!

domingo, 15 de março de 2009

Relativo

Às vezes perdemo-nos tão estupidamente no meio das nossas preocupações, dos nossos problemas tão nossos e tão sérios, dos conflitos e situações gravosas das nossas vidas, que nos esquecemos de relativizar e desdramatizar. Que nos esquecemos de aproveitar o que de bom tem a vida, que fazemos questão de ter pena de nós próprios e dos nossos, que nos esquecemos de olhar para o lado e perceber que somos uns sortudos neste mundo louco recheado de mortes irónicas e doenças surpresa.

É bom lembrarmo-nos que tudo é relativo, nada é permanente ou garantido e o que realmente importa é o presente e como vivemos o momento do "agora".

sexta-feira, 6 de março de 2009

Esgrima

A esgrima (do antigo provençal escrima do vocábulo germânico skirmjan, "proteger") é um desporto que evoluiu da antiga forma de combate, em que o objectivo é tocar o adversário com uma lâmina ao mesmo tempo que se evita ser tocado por ele. Existem três disciplinas de esgrima: o florete, a espada e o sabre, diferindo não só no formato da lâmina mas também nas zonas do corpo onde um toque é válido e também como as armas funcionam. (Fonte: wikipédia)

Comecei a praticar este desporto, com espada, há cerca de 4 meses e acabei por conhecer uma modalidade completamente diferente das que estava habituada, mas tenho gostado bastante. A esgrima, ao contrário do que pode parecer, exige uma boa preparação física, concentração, táctica e técnica, para além de ser, na minha opinião, extremamente elegante!

Nesta semana fui à minha primeira prova de Esgrima e foi fantástico! Senti-me uma verdadeira atiradora, uma esgrimista numa competição importante, apesar de ser um torneio "amigável". Foi óptimo sentir a adrenalina das pistas e conhecer ainda mais de perto o que envolve este desporto. Aliada à minha adrenalina e alguma capacidade de arriscar, tive o que se chama sorte de principiante e trouxe para casa o 2º lugar (em 17 atletas)!

Foi uma óptima forma de motivar-me a continuar En garde!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Spatitude


O presente generoso que recebi no dia de S. Valentim levou-me até ao Spatitude, um Spa em Lisboa que traduz plenamente o conceito que tinha de Spa.


Depois de quase uma manhã inteira naquele espaço lindo, confortável e luxuoso, onde tive a oportunidade de experimentar 45 min de Hidroterapia e quase 2h de uma massagem Tailandesa muito relaxante, saí de lá completamente renovada, muito "Zen" e num estado de espírito muito equilibrado.


Este é sem dúvida daqueles mimos que toda a gente devia experimentar pelo menos uma vez por ano!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Secrets & Lies

Segredos. O oculto desejado. Um mistério guardado numa boca perdida, esquecido numa caixinha segura, lá dentro da amizade, ou prestes a ser usado como uma bomba detonada, por quem o apanha mal-intencionadamente.

Um segredo pode ser uma partilha, um desabafo, um colar de palavras que precisa de ser exibido mas ao mesmo tempo escondido. Um segredo pode ser algo que se sabe inadvertidamente mas se esquece por não ser nosso.
Os segredos são como aquelas caixinhas de objectos importantes que guardamos quando somos miúdos, como os bilhetes de uma ida ao cinema muito especial, uma concha de mar de um verão quente e sorridente, um pin da adolescência com significado ou a primeira carta de amor recebida... Guardamos essa caixinha no fundo de um armário esquecido, enterrada no esconderijo do quintal ou do jardim das férias, para um dia mais tarde a recuperarmos... ou para que fique eternamente selada em momentos gravados pela saudade e esquecidos pelo tempo.
Todos nós temos segredos, nossos, dos outros. Somos ensinados desde cedo que os segredos são importantes como tesouros, senão, não os usaríamos com 6 anos para conquistar uma amizade ("Vou contar-te um segredo..."). É uma espécie de moeda de troca para uma amizade ou relação mais forte. Se partilhamos um segredo com alguém, esse outro é especial... supostamente. Sente-se importante porque é o único ou dos poucos a ter uma informação preciosa. É um voto de confiança, ou talvez de ingenuidade, porque quem o passa a deter, pode usar essa informação como quiser: guardar, partilhar com outros, deturpar, espalhar. O segredo torna-se então num trunfo, que mostra a verdadeira natureza da pessoa que o tem, ou da relação que as envolve. Será que existem mesmo segredos que morrem connosco? Será que existem segredos que têm mesmo de ser revelados... ou viver na ignorância é viver feliz?




A complexidade dos segredos não se fica por aqui. Há segredos que são mentiras, que não existem, que são fruto da imaginação, do calculismo ou da maldade de alguns. Aqui, podem ser incluídas aquelas monstrinhas, as intrigas. E estas crescem desmesuradamente, mas ainda mais quanto a importância que se lhes dá. Segredo sem importância, "cusquice", segredo "cabeludo", intriga, mentira, nem sempre é fácil distinguirmos os níveis desta escala volátil.




As relações humanas são complexas demais para as compreendermos na sua plenitude. Mas com paciência e jeitinho, a compreensão vai aparecendo, sempre em forma de desafio e aprendizagem. Ou isto sou eu a convencer-me de que não há pessoas más...

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Despedida

Dizer adeus é sempre difícil. É difícil largar o que nos é querido, quem nos é querido, mesmo quando sabemos que é para uma situação melhor, mesmo quando não se trata de uma verdadeira despedida, porque vamos continuar a conviver, a rir, a conversar, a compreender e a relacionarmo-nos com essas queridas pessoas. Apesar disso, uma despedida é sempre um adeus, por mais que nos convençamos que é um "até já", especialmente quando nos acomodámos à presença constante, diária, permanente nos nossos rituais e rotinas, de tal forma que os gestos tão habituais, as perguntas tão automáticas, o recorrer ao apoio tão inconsciente, surge espontaneamente, mesmo quando as pessoas já não se encontram lá fisicamente.


A mudança não é fácil (especialmente quando se passa tanto tempo numa organização, marcada por tantas tradições visíveis, por uma aculturação tão forte que se manifesta até pelo vestir...), as despedidas também não, talvez por ser(mos) egoístas e querermos continuar no quentinho do conforto emocional com a presença de quem é habitual. A felicidade por ser uma mudança para melhor ultrapassa sem dúvida o sabor agridoce deste egoísmo momentâneo e primário.


Resta-me valorizar as relações que são habituais, mas sempre importantes, mesmo sabendo que estão por perto e fazem parte da rotina. Resta-me alimentar aquelas que quero manter e fazer crescer sempre, porque serão sempre amizades para a vida.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Sonhos


Que o caminho até aos meus sonhos seja conduzido sempre de forma sóbria, aventureira mas ponderada, com classe, originalidade e harmonia, características que associo a esta magnífica Vespa. E de preferência sempre com um sorriso nos lábios e sem magoar ninguém na estrada complicada da vida...


Boa semana!

domingo, 18 de janeiro de 2009

A vida é feita de legos

Gostava de pensar menos. Pensar é cansativo, desgastante. À pala de pensar demais é que estou sempre com estas dores na cervical e contracturas insuportáveis, a culpa é deles, dos pensamentos. No fundo, a culpa de tudo o que nos acontece é dos pensamentos e dos sentimentos.



O pior é que isto é um ciclo vicioso, e não podemos atirar as culpas para mais ninguém para além de nós próprios! Sim, por exemplo, quando elegemos aquela pessoa como uma grande amiga ou melhor amiga, é porque NÓS pensamos que ela reúne condições para isso, que é espectacular, parecida connosco nas opiniões e perspectivas, que nos dá o ombro quando precisamos e ouve as maiores parvoíces quando queremos desabafar.


Mas somos nós que construímos a pessoa ideal, o amigo ideal, o amor ideal. Será que elas têm mesmo aquelas características que gostamos tanto? Ou o sentimento positivo que nos prende oculta as imperfeições, relativiza os defeitos, esconde as verdadeiras atitudes que não vemos? E depois sentimo-nos desiludidos, coitadinhos de nós, tão ingénuos, incrédulos por não responderem ao telefonema ou à mensagem, por terem sido frios quando em tempos eram incondicionais! Bahh!


E a partir desse momento começamos a ver de outra forma aquela pessoa... "se calhar não é tão perfeita, se calhar eu até vi mal"... Pois é... a "culpa" é só nossa, por criarmos expectativas altas, por esperarmos demais, por acreditarmos só no lado bom e recusarmo-nos a aceitar o "lado lunar". Ou por não conseguirmos perceber que as relações mudam, evoluem ou desevoluem, mesmo que continuemos a considerar aquela pessoa um amigo próximo com quem podemos contar, passamos a representar um amigo distante ou um conhecido.


Mas o que assusta mesmo é percebermos que aquela pessoa foi sempre assim, nós é que não vimos. Construímos a nossa realidade como nos convinha, como quisémos, para que as nossas necessidades fossem satisfeitas. Será que quando vemos os outros, nunca conseguimos entender como são na sua plenitude? É difícil prever o comportamento do outro, adivinhar o que pensam e sentem...


Que vida maluca, onde parece que andamos a brincar aos legos constantemente, a construir imagens dos que nos rodeiam que depois se desmoronam e temos de voltar a construir um modelo mais feio!! Começo a questionar-me se o que vejo dos outros é sempre ficção construída por mim e se é impossível ver a realidade.

Ontem recebi um mail que dizia que "ninguém é perfeito enquanto não te apaixonas". Isto faz-me reforçar a ideia que quando estamos apaixonados, encantados, muito ligados aos outros não nos apercebemos de outras coisas menos boas... não nos apercebemos que afinal até são egoístas, auto-centrados ou pouco humildes.

Talvez por isso as amizades duradouras demonstrem que é nos nossos piores momentos que se vê quem gosta de nós... e que o amor não é efémero como a paixão cega, e integra, aceita e valoriza todas as imperfeições do outro.


Será que vou ter de construir legos relacionais para sempre?

sábado, 17 de janeiro de 2009

Beggin

A música que me faz mexer, sorrir e dançar, actualmente! Impossível não ficarmos bem dispostos!


domingo, 11 de janeiro de 2009

Brrrr!


Está frioooo!!!

O fim de semana foi passado em casa, a trabalhar e a estudar (que remédio)!

E amanhã já é segunda feira...

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Feliz 2009


Que este novo ano seja muito especial, com boas surpresas, sorrisos constantes e muito carinho! Que consigamos ter tempo de qualidade para aqueles que nos amam e nos querem bem!
Feliz Ano Novo!

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Feliz Natal!

A todos os meus amigos, desejo um Feliz Natal, com muitas prendinhas, muito amor, saúde e paz!! Nunca é demais dizer que gosto imenso de vocês, e que me acompanham sempre, mesmo quando ando mais ausente ou mesmo aqueles que estão espalhados pelo país e pelo mundo.
Façam desta uma ocasião especial!



segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Férias


Estou de férias neste magnífico sítio que é a Ilha Terceira. Sinto-me descansada, na companhia de amigos tão queridos e num ambiente tão acolhedor.

O tempo está péssimo, mas o espírito de Natal já se sente...

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Que bela maneira de manifestar o stress...

Desde 4ª feira que ando com dores muito fortes na cervical. Cheguei a ficar com movimentos algo robóticos, a cabeça de lado com um ar um "cadito" snob porque o pescoço não mexia autonomamente e levei uma injecção intra-muscular que me fez ver estrelas. O frio não ajudou e a ausência de descanso também não. " No fim de semana melhoro de certeza..."

Pois é, o fim de semana está a acabar e as dores são mais que muitas. Eu diria que existem formas bem mais interessantes e menos dolorosas de demonstrar o stress, don't you think?